Os pés
não mexem. As pernas também não. Nem os braços. As mãos. A cabeça. Ele está
deitado em sua cadeira adaptada. Mal consegue enxergar o palco. Aliás, sejamos
honestos: ele não consegue enxergar o palco. Mas não faz mal. Ele ouve. A
música penetra em seus ouvidos e o acalma, o anima, o faz transbordar,
transmudar para um outro lugar onde a vida é mais sublime.
obrigado pela visita blog atualizado quinzenalmente aos sábados fale comigo em sergiogeia@uol.com.br
sábado, 27 de outubro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Comunicado
O autor informa que suas crônicas estão sendo publicadas com exclusividade na página Crônica do Dia ( www.cronicadodia.com.br ). Convida...
-
Como estava dizendo a semana passada, e a retrasada — se você não leu, ainda há tempo; veja neste blog; é só voltar — estava indo contente c...
-
Na tevê o padre dizia que uma senhora se aproximou dele pra conversar. Num dado momento, começou a realçar sua jovialidade. “Nossa, padre, m...
-
Esse Gilberto Gil é um cara porreta! Quando ouvi pela primeira vez “Estrela” eu fiquei extasiado com aquele lirismo cada vez mais raro nas...
Nenhum comentário:
Postar um comentário